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QUEM SOMOS

Conheça quem somos e o que fazemos!

SOBRE NÓS

 

CESAM-ES

O Programa de Aprendizagem Salesiana é desenvolvido pelo CESAM - Centro Salesiano do Aprendiz - instituição não governamental sem fins lucrativos e filantrópica mantida pelos Salesianos da Inspetoria São João Bosco (ISJB) que colaboram na formação de jovens aptos a transformarem a realidade em que vivem.

Contrate um Aprendiz!

Jovens preparados para os novos desafios das organizações

Cada CESAM, com o seu Programa de Aprendizagem, tem o objetivo de qualificar futuros profissionais de modo a contribuir com o seu desenvolvimento pessoal, formando adolescentes e jovens capazes de acompanhar, propor e participar das mudanças que ocorrem nas organizações, com competência, ética e responsabilidade.

Nossa história

O Centro Salesiano foi fundado em Vitória-ES em 1996, iniciou-se articulando, sensibilizando o empresariado capixaba e comunidade eclesial pastoral, sobre a importância da qualificação e inserção do adolescente empobrecido, no mercado de trabalho formal.

Em 26 de janeiro de 1996 o que era apenas um projeto torna-se realidade, com a contratação dos primeiros funcionários, admitidos para efetuar as primeiras inscrições e auxiliar na preparação do primeiro curso de capacitação para o mercado de trabalho.

A primeira empresa a apostar e acreditar no trabalho educativo do Centro Salesiano foi a Companhia espírito-santense de abastecimento e saneamento – CESAN, seguido pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES e Banestes S/A.

Após 21 anos de existência já passaram pelo Centro Salesiano em torno de 6.700 jovens.

O Centro Salesiano no Espírito Santo orgulha-se em poder contribuir para a construção de um novo projeto de vida, aquisição de novos conhecimentos, capacitação para o trabalho formal e acompanhamento do jovem popular no seu desenvolvimento psicossocial.

O CESAM-ES iniciou seu trabalho com o Programa Adolescente Trabalhador, mas atualmente, desenvolve somente o Programa de Aprendizagem, conforme Lei Nº 10.097/2000.  São estabelecidos contratos de parceria com diversas empresas, nesse programa, atendendo diversos segmentos – empresas públicas, privadas e de economia mista. São atendidos 1.123 adolescentes em vulnerabilidade e risco social de toda a Grande Vitória e interior do Estado o CESAM-ES, através do trabalho socioeducativos de 61 educadores sociais.

 

Se a sua empresa tiver interesse em contratar, clique e faça aqui o cálculo (quota) de quantos aprendizes sua empresa necessita.

 

Onde estamos:

Minas Gerais - CESAM-MG

Distrito Federal - CESAM-DF

Tocantins - CESAM-TO

Goiás - CESAM-GO

Espírito Santo - CESAM-ES

 

 

Aprendizagem, mais que uma oportunidade!

Aprendizagem CESAM-ES

O CESAM-ES


Aprendizagem CESAM-ES


Missão

Ser sinais e portadores do amor de Deus aos jovens, especialmente os mais pobres, por meio da evangelização, da educação e da assistência social, contribuindo para a construção de uma sociedade justa e fraterna.

Visão

Ser referência na evangelização, na educação e na assistência social dos jovens, com uma gestão competente, vivendo o carisma salesiano.

Valores

No amor em JESUS CRISTO, no SISTEMA PREVENTIVO E DIREITOS HUMANOS, com um trabalho forte desenvolvido na PASTORAL JUVENIL SALESIANA, sempre na PROMOÇÃO DA IGUALDADE ÉTNICO-RACIAL, fortalecendo os VÍNCULOS FAMILIARES, oferecendo FORMAÇÃO CONTINUADA, com INOVAÇÕES aos adolescestes e jovens, zelando pela ECOLOGIA INTEGRAL, como forma de promover a GOVERNANÇA COLABORATIVA para fluir todo o TRABALHO DE EQUIPE EM REDE.


Profissionalização dos jovens

Numa época sem leis trabalhistas, Dom Bosco estabeleceu contatos com os empregadores de seus adolescentes e jovens e assinou com eles contratos de trabalho. É o mínimo que se pode fazer em termos de relações trabalhistas. Dom Bosco não foi um santo assistencialista. Foi um santo que trabalhou muito com a promoção humana. O grande objetivo de sua obra evangelizadora e educativa era ajudar o jovem a enfrentar a nova realidade da revolução industrial e ganhar o pão com o suor do próprio rosto. Seu grande desejo era transformar os jovens em cidadãos trabalhadores e bons pais de família. Ele queria que seus jovens, ao sair do Oratório, tivessem um emprego estável garantindo, junto com a religião e a educação moral, a formação de bons cidadãos. Isto ele o fez, primeiro e acima de tudo, defendendo os seus direitos. Estabelecer contratos de trabalho, dar condições adequadas para realizar o trabalho... foram preocupações constantes de Dom Bosco. Numa época sem leis trabalhistas, ele estabeleceu contatos com os empregadores de seus adolescentes e jovens e assinou com eles contratos de trabalho. É o mínimo que se pode fazer em termos de relações trabalhistas.

Educação e profissionalização

Para profissionalizar os jovens, inicialmente Dom Bosco fez contratos com profissionais da cidade e colocou jovens em suas oficinas com contratos de trabalho assinados por ele mesmo e pelo empregador. Depois, construiu oficinas no próprio Oratório e trouxe profissionais que ensinavam a profissão aos jovens e ao mesmo tempo prestavam serviços à comunidade. Depois, ainda, contratou ele mesmo profissionais que eram empregados em suas oficinas para que pudesse fazer uma interação entre ação e profissionalização. Finalmente, formou seus salesianos coadjutores para serem educadores nas diversas oficinas. É importante dizer que Dom Bosco tinha convicção de que o caminho para melhorar a condição social de um jovem era “através do estudo”. Para ele, a aprendizagem de um ofício era simplesmente a forma de adquirir um meio de vida e nada mais. Dom Bosco não mandaria o jovem às oficinas se ele pudesse seguir um caminho diferente. Por isso já na década de 1850 o número de estudantes era maior que o de aprendizes. As oficinas e as profissões foram-se multiplicando. Muitas delas serviam o próprio Oratório em expansão predial. Assim surgiram as oficinas e os ofícios de sapataria, alfaiataria, encadernação, carpintaria, tipografia, ferraria, serralheria, marcenaria, padaria, livraria, encadernador, compositor de tipografia, impressor, chapeleiro, músico, artista, fundidor de caracteres tipográficos, produtor de calcógrafo, litógrafo.

Salesiano coadjutor

Merece atenção especial em relação à educação profissional a presença do salesiano coadjutor. Na Congregação Salesiana existem os sacerdotes e os irmãos. É claro que sua vocação e sua presença na Família Salesiana é fruto de uma profunda compreensão da espiritualidade da vocação religiosa laical. A presença dos salesianos irmãos, no entanto, se deve ao incremento da educação profissional e gestão desta frente de missão. A tipografia sempre foi a “menina dos olhos” de Dom Bosco. Esta oficina servia ao seu intento de difundir a boa imprensa, sobretudo através das Leituras Católicas. A tipografia iria desenvolver-se mais do que as outras oficinas. De fato, quando em 1883 foram instaladas máquinas de última geração, ela converteu-se na oficina mais bem equipada de Turim. Era uma comprovação do compromisso de Dom Bosco com o “apostolado da imprensa” e não tanto para formar impressores para a indústria.

 

Maria Auxiliadora

Santa Maria Domingas Mazzarello tinha a mesma visão de Dom Bosco. De fato, as Constituições das Irmãs Filhas de Maria Auxiliadora de 1878, em seu artigo terceiro, dizem que as irmãs “poderão receber em suas casas jovens sem condições, às quais, contudo, não ensinarão jamais as ciências e artes que são próprias de nobres e senhoris condições. Todo o seu empenho será o de formar à piedade e tudo aquilo que poderá servir para tornar boas cristãs, mas que sejam também capazes de, a seu tempo, ganhar honestamente o pão da vida”. É importante assinalar a última expressão “ganhar honestamente o pão da vida”. Nesta época não era costume as mulheres trabalharem para ganhar dinheiro. Isso era competência dos homens. As irmãs, trabalhando sempre e apenas com meninas, têm outra visão. O trabalho é portador de dignidade para a pessoa porque é o que de mais pessoal existe. No trabalho honesto e dignificado a pessoa se encontra e se realiza. Aqui não há diferença de sexo e de gênero.

Os sempre desafios

Valorização do trabalho como meio de realização pessoal e familiar. De fato, é pelo trabalho que as pessoas sustentam a si mesmas e a sua família. Infelizmente a especulação financeira tem mais valor que o trabalho. É mais lucrativo mexer com o dinheiro conseguido com o trabalho dos outros. Engajamento numa verdadeira preparação profissional. No Brasil poucos estão na educação superior. Ao lado do aumento deste percentual é importante lutar para que se possibilite uma educação profissional em nível médio. O desemprego é uma praga. Maior ainda é a inempregabilidade das pessoas por falta de qualificação. Defesa dos direitos trabalhistas de todos. Dom Bosco é um pioneiro na defesa dos contratos e das condições de trabalho. Em 1883 foi aprovada na Itália a lei de regulação do trabalho infantil. Então, uma pessoa menor de nove anos não poderia trabalhar, uma menor de dez anos não poderia trabalhar nas minas e uma menor de doze anos não poderia fazer trabalhos noturnos. Avançamos muito... A luta contra o trabalho infantil é nossa, enquanto Família Salesiana. Defendemos o determinado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Dom Bosco é o santo da educação profissional e do trabalho.

 

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